20. Carro: por que (agora) não

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Resolvi alterar um pouco a programação de postagens do blog, levando em conta os vídeos publicados no nosso canal lá no YouTube. Isso porque o tema que vou abordar hoje é muito importante e afeta bastante a vida de boa parte dos imigrantes que chegam ao Canadá. Na realidade, ele parece ser polêmico e representar até um tabu... e não sei exatamente por que. Talvez porque seja algo que as pessoas prezem muito, valorizem muito, quiçá de forma desmedida ou desmerecida... Ou ainda porque envolva status ou padrão de vida.

Por isso mesmo, é importante deixar muito claro que o que estou expondo aqui representa a minha opinião e a minha opção. E não uma sugestão sobre o que você deve fazer quando chegar aqui. Não estou aqui para dizer faça como eu, mas apenas para relatar como estou vivendo por aqui. Se você quer e acha que pode aplicar alguma das minhas experiências na sua vida, tudo bem. Se não, tudo bem também. Enfim, essa questão envolve o nosso orçamento e as nossas escolhas de vida após a nossa imigração e, nisso, muitas vezes é preciso abrir mão de algumas coisas para buscar outras. Isso vale para o momento atual da minha vida e pode mudar algum dia, pelo que eu escrevi "por que (agora) não".

Cada um escolhe o seu caminho. Foi exatamente o que nós fizemos. Escolhemos viver sem carro no Canadá.

Que isso não se confunda com não tirar a carteira de habilitação. Como boa parte dos blogs e canais já explicou, os imigrantes brasileiros precisam se submeter aos exames teóricos e práticos para obter uma carteira de habilitação provincial para poder dirigir legalmente no Canadá. Isso não ocorre porque os brasileiros são mal-educados no volante, mas sim porque o Brasil e as províncias canadenses não têm um acordo diplomático de troca automática das carteiras de habilitação. O Brasil possui esse tipo de acordo, por exemplo, com a França, com a Espanha e com Portugal; já a província de Ontario tem acordos, por exemplo, com os Estados Unidos, com a França, com a Alemanha, com a Inglaterra, com o Japão, com a Austrália e com alguns outros países. Isso também não diz respeito a uma possível semelhança das regras de trânsito locais com a desses co-signatários de acordos: tanto a Inglaterra como o Japão, por exemplo, possuem uma regulamentação de trânsito completamente diferente da de Ontario. Nesses países a mão de direção é invertida. Na prática, um motorista inglês ou japonês que vier para cá e nunca dirigiu fora de seus países terá o direito a uma carteira de habilitação daqui sem precisar fazer exames ou qualquer curso para adaptação às regras locais. Provavelmente não conseguirá dirigir no início, mas estará habilitado.

No meu caso, iniciei o processo dentro dos 60 dias de prazo após minha chegada. Consegui fazer com que minha experiência de cerca de 15 anos como motorista habilitado no Brasil fosse reconhecida, fiz o exame teórico e parti em busca de um instrutor para aulas práticas. E percebi que a questão não é simplesmente possuir uma carteira de habilitação, mas merecê-la em todos os momentos em que se está ao volante. O que significa: ter total domínio das regras de trânsito locais e automatizar tudo o que é necessário para dirigir um automóvel com plena segurança e zelo pela vida das pessoas ao redor e pela sua própria vida. Ou simplesmente não fazer parte desta turma aqui (clica, é um link!), que está presente em Ottawa, sim senhor! Isso não é fácil e fazer isso num outro país, com uma outra realidade, não se resolve em duas aulas. Optei então por fazer tudo com calma, devagar, sem pressa ou pressão. Assunto para outro post.

E, ao mesmo tempo, planejamos nossa vida para não precisar de carro em Ottawa. E a razão para isso pode ser explicada com termos muito simples: dinheiro! money! grana! O restante envolve exatamente o que tanta gente vem procurar por aqui e acredita que encontrará ao, dentre outras coisas, adquirir seu carro: qualidade de vida e inclusive saúde.

Voltemos um pouco no tempo até 2012, quando eu estava começando a pensar em sair do Brasil. Nessa época, eu possuía um carro que havia pertencido ao meu pai e me foi transmitido como herança quando ele morreu. Era um modelo 1996 que, graças à condição de aposentado do meu pai e ao extremo cuidado e carinho que ele dispensava estava naquela ocasião com 30 mil quilômetros rodados (sendo que uns 15 mil foram rodados comigo ao volante) e aparência de carro novo. Eu tinha intenção de conservar aquele carro comigo por muitos anos e como homenagem ao meu pai implantar nele uma placa preta quando completasse 30 anos de fabricação (2026), desde que permanecesse original. Naquela época, eu completava 9 anos sempre tendo um automóvel próprio à minha disposição.

Em Belo Horizonte, sempre tive vagas próprias. Mas quando me mudei para o Rio, acabei comprando um apartamento sem direito a vaga na garagem. Com isso precisei alugar uma no prédio vizinho e pagava 300 reais por mês. E em razão das características da zona sul carioca, onde todas as conveniências estão muito próximas e acessíveis e o transporte coletivo é farto, o carro se tornou um luxo supérfluo que eu usava apenas para passeios de final de semana e compras. Um carro estraga se ficar parado, então precisava rodar e para isso eu precisava gastar dinheiro com seguro, combustível, manutenção e impostos, além da vaga e dos estacionamentos pela cidade. Estava pesado e a vida no Rio de Janeiro, por mau planejamento meu (ah, se arrependimento matasse... não mata, e o dinheiro gasto também não volta), estava pesada para o bolso. Mais do que já é normalmente... dizer que o Rio é uma cidade muito cara é perda de tempo.

A Thaisa, havia um bom tempo, já era favorável que eu vendesse o carro e ficasse a pé ou com o transporte coletivo. E foi o que eu fiz no dia 13 de setembro de 2012. Anunciei o carro e no mesmo dia apareceu uma pessoa disposta a ficar com ele. Pagou o preço em dinheiro. Eu fiquei a pé, de táxi, de metrô e de ônibus. E o que aconteceu em seguida? De fato, minhas despesas diminuíram. Sem contar que restou a sensação de ter me livrado de um fardo muito pesado sobre a minha cabeça. Eu não aguentava mais a tensão do trânsito (que no Rio é difícil e agressivo) e da insegurança de circular com um carro naquela cidade. Senti como se tivesse ganho pelo menos 5 anos de vida só por não estar mais na insanidade do trânsito. E passei a ser uma pessoa melhor.

Confesso: a vida sem carro não me fez mal algum. Pelo contrário, só me fez bem! Nunca mais me estressei com a responsabilidade pela minha própria vida e pela vida de outras pessoas no trânsito e pude ter uma vida mais lenta e contemplativa que é muito gostosa! No restante do tempo em que vivi no Brasil, só precisei de carro para ir ao casamento de um amigo num lugarejo remoto e de difícil acesso. No mais, aluguei carros quando estive nos Estados Unidos em 2012 e dirigi o carro de uma amiga que havia bebido álcool na volta para casa após uma celebração de Ano Novo em Belo Horizonte (e depois descobri que havia deixado a carteira de habilitação no Rio por acreditar que não precisaria dela e por isso não querer me arriscar a perdê-la). Mas, do final de 2013 até a mudança para cá, a real necessidade de dirigir um carro para mim foi zero.

E no Canadá, conforme o planejado, vem sendo zero até agora.

Mas como? Em primeiro lugar, não cultivo nenhuma ilusão de conseguir um bom emprego de cara por aqui. Mantenho meus pés totalmente no chão quanto a isso: os primeiros tempos de Canadá devem priorizar o aprendizado sobre como é a vida por aqui, a integração com os donos da casa e a formação de uma network pessoal e profissional. Isso não se adquire da noite para o dia, tanto que resolvi fazer um college de dois anos. O momento, então, é para investir e plantar para colher no futro. Nossa prioridade absoluta ao chegar foi morar bem e bem localizados, com todas as conveniências de que precisamos bem próximas.

Muitos brasileiros pensam que ter um carro sai barato no Canadá. Muitos blogueiros e vloggers insistem nessa tecla e fazem comparativos onde um carro X custa tantos dólares aqui e lá no Brasil custa mais de 100.000 reais, blá blá blá e lá lá lá... OK, isso vale na hora da compra do carro. Mas eles às vezes se esquecem de falar algumas coisinhas muito importantes e com isso fica parecendo que a compra de um carro envolve os mesmos aspectos e passos aqui e lá e o que muda é só o preço. Mas não é bem assim, porque:

- tanto aqui como nos Estados Unidos, é obrigatório ter um SEGURO para o carro. E a experiência do Brasil só vale na hora de computar o seu prêmio (ou seja, o quanto você paga por ano ou por mês) se você trouxer uma cartinha da sua seguradora. Como eu não tinha carro há mais de dois anos, não havia nada a trazer. Além disso, os prêmios de seguro aqui são salgados. Como newcomer, não espere pagar menos de 200 dólares por mês... dependendo do carro, de você mesmo e da sua própria sorte. Não é incomum alguém ter de pagar 300 dólares ou mais por mês só de seguro para o carro no começo por aqui. Isso porque as despesas hospitalares cobertas pelos seguros são muito altas;

- há a depreciação do carro com o tempo, que aqui é brutal. Hoje você compra um carro por 15 mil dólares e em três anos ele valerá 50% menos. Hein??? 

- da mesma forma que algumas cidades norte-americanas, há cidades canadenses cuja urbanização remonta a uma época em que não existia o automóvel e por isso têm uma estrutura viária inadequada para o trânsito atual e um déficit de vagas para estacionar. Ottawa é uma dessas cidades, pelo menos no centro. Não espere encontrar vagas gratuitas com facilidade na área central; elas não existem. Os parquímetros e as placas de "proibido estacionar" estão aí para provar. Há muitos parking lots enfeiando pela região central, mas nenhum deles é gratuito. Quem vem trabalhar por aqui e insiste em estacionar por todo o dia deixará ao sair uns 8 dólares ou mais para quem explora o local. No caso do estacionamento que fica na City Hall, a conta sai bem mais salgada. E para piorar, mesmo nos subúrbios, onde as vagas parecem fartas, há pegadinhas e mesmo uma indústria bizarra da multa aplicada ao estacionamento de carros. Estacionou por mais de três horas, reze para a polícia e os fiscais de posturas (by-laws) não flagrarem seu carro. Independente da sinalização, você levará para casa uma multa de 60 dólares. É a lei.

- a manutenção de um carro por aqui é cara. Quando você compra um carro novo, as fábricas lhe dão 5 anos de garantia total mas não é qualquer um que vai empatar um mínimo de 10 mil dólares de cara em alguma coisa logo ao chegar. Carro usado não tem essas garantias e pode dar defeito a qualquer momento. Vai consertar? Prepare o bolso;

- a maioria dos canadenses geralmente financia a compra do carro próprio e, como é notório por aqui, depende muito do histórico de crédito e está brutalmente endividada. Não pense que só vai encontrar carrões novos e lindos por aqui. Muita gente usa carros com quinze, vinte anos de uso ou mesmo mais. Podem ser comprados a preço de banana e embora eles rodem, seu estado não raro é bem ruinzinho... Vejo cada lataria amassada e enferrujada por muitos invernos e escuto cada barulho feio de motor... sem contar que devem poluir muito o ar... Por isso há uma tendência muito forte por aqui (bem como em vários países desenvolvidos) de viver sem carro próprio para o bem do próprio bolso (além da própria saúde, pois a car culture levou a um aumento das taxas de obesidade nos países que a adotaram, e das questões ecológicas com as quais as pessoas se importam aqui sim), sobretudo entre os mais jovens. Na minha aula inaugural do college, quando o professor perguntou quem tinha carro, apenas umas oito mãos se levantaram dentre aproximadamente 60 alunos na sala. Veja só o que os próprios canadenses dizem sobre carro em certas cidades...

- Ottawa é uma cidade muito fácil de ser navegada a pé, de bicicleta - desde que os motoristas colaborem - ou com o transporte coletivo, que já é bem satisfatório e tende a ficar ainda mais com a expansão do metrô de superfície para o centro até 2018. Para quem viveu em grandes cidades no Brasil, aqui é muito fácil! Nós só enfrentamos uma dificuldade maior quando fomos a lojas mais distantes como o Walmart ou o Canadian Tire. Mas isso ocorreu apenas duas ou três vezes em quatro meses e para isso há o Uber e mesmo os táxis;

Como eu estou indo para o college, recebi um passe estudantil que está embutido nas tuition fees. Não pagarei um centavo a mais para usar o transporte coletivo até o fim do ano escolar em maio. Independente de estar indo para as aulas ou não. Se eu quisesse usar o estacionamento da instituição, teria que pagar e não é pouco, não!

Prefiro gastar meu dinheiro morando bem, comprando e mantendo meus equipamentos e materiais para estudo e trabalho, investindo na minha qualificação profissional e na aquisição da bendita "experiência canadense", garantindo o bem-estar e o crescimento da Thaisa enquanto ela precisar de mim nesse sentido, podendo me divertir, frequentar restaurantes e eventos culturais sempre que quiser do que empatar uma grana todo mês só para manter um carro. O gasto anual médio que os canadenses têm com seus carros, da ordem de 13 mil dólares, equivale a duas viagens bem-feitas para o Brasil para duas pessoas.

"Experimente com uma crianca pequena andar de transporte publico. Quando são só os dois adultos, tudo é fácil. Mas e quando vocês tiverem filhos?" Bom, não compartilho da ideia, muito disseminada por aqui, de que quem tem criança deve se mudar para um subúrbio pelo bem-estar dos pequenos. Até porque viver em subúrbio é muito mais perigoso do que viver em áreas centrais para crianças pequenas, cuja maior causa de acidentes fatais são os acidentes de trânsito. Também não concordo que uma criança deva viver isolada numa "bolha de segurança" correspondente a um condomínio fechado ou subúrbio do qual nunca sai; ela precisa aprender a interagir com a cidade e estar preparada para tirar de letra qualquer Nova York, Londres ou Tóquio da vida. Se viemos buscar "qualidade de vida" e isso inclui menos violência urbana, é fugindo para um fim do mundo a 20 quilômetros do centro da cidade que aproveitamos essas conquistas???

"Ah, mas você não quer viajar e aproveitar tantas belezas naturais do Canadá, ou ir para os Estados Unidos, fazer uma road trip..." Talvez, mas pode ser que a vida me leve a viver mais pelo ambiente urbano mesmo. Da mesma forma, posso viajar de trem, de ônibus e de avião e aproveitar muito! Infelizmente, a vida é curta demais para conhecermos todos os lugares lindos que aparecem na nossa frente em fotos ou vídeos publicitários. Não posso consumir tudo que a indústria do turismo me oferece. O que vier para mim e eu puder aproveitar, virá e será aproveitado. "Mas não é mais barato viajar de carro por aí?" Com o que eu economizo não tendo carro posso me conceder alguns luxos, já que não viajo todo dia, não é mesmo? Não faz sentido algum, para mim, fazer sacrifícios de toda ordem só para ter um carro. Aqui isso não é necessário!

Da mesma forma, o inverno é citado por muitas pessoas como razão para ter um carro: "Se no calor ja eh dificil, nao quero nem ver como sera no inverno. E com a neve e o frio cortando, nao quero andar XYZ km pra pegar o bus sem um ponto de onibus fechado.." Está certo que uma temperatura de -40 graus Celsius (que é rara por aqui, mas pode acontecer) é perigosa e nem um pouco agradável, mas se a vida aqui fosse impossível devido a esse fator Ottawa nem existiria. É bom lembrar que ela foi fundada antes da invenção do automóvel e muitas pessoas viveram e vivem aqui sem carro por estes 150 anos. Está certo que a cabine de um carro aquece e protege do frio lá fora, mas dirigir no inverno não é fácil e pode ser muito perigoso para quem não tem experiência. A vida não para por conta do frio, e há tantos agasalhos e tanta tecnologia para driblá-lo! Talvez, enquanto o motorista ainda está lá tirando a neve e descongelando o carro, eu já estarei embarcado no ônibus indo para onde preciso ir. Não sei como as coisas vão acontecer, mas é fato que enfrentaremos o frio sem carro próprio.

Ainda há quem some os fatores "crianças" e "frio" para justificar a compra do carro. Mas fico pensando: está certo que um inverno inclemente não é agradável para ninguém, mas se o cenário fosse tão tenebroso ninguém suportaria viver por estas bandas e não existiria uma cidade aqui. Fora isso, fico me perguntando a razão de não existir uma cidade subterrânea em Ottawa, nos moldes de Montréal ou Toronto. Seria bom ouvir diversas opiniões de canadenses para saber como é o inverno com crianças e sem carro. Um casal de Ottawa (canadense) estava fazendo isso há algum tempo e não estava se lamentando...

Acredito sinceramente que a imigração representa acima de tudo uma grande oportunidade para revermos nossos valores e nossa visão sobre a vida e num momento como este é preciso estabelecer prioridades e manter os pés no chão. No meu caso, quero boas oportunidades na área à qual me dediquei por muitos anos enfrentando muitas dificuldades e foi isso que me trouxe para cá. Por isso decidi me afastar desse grande jorro de dinheiro com quatro rodas e motor. Um carro na garagem não é essencial; mas dinheiro em caixa é! Viver sem carro não tem sido nenhum problema e eu não sinto falta: tenho aproveitado muito a cidade a pé, bem devagar, com muita calma. São muitos parques, muitas atrações turísticas, muitas belezas arquitetônicas, muitos restaurantes, muitos espaços culturais... Passo por lugares que me interessam e paro, entro, observo, e assim vou conhecendo a minha nova cidade. Vejo pessoas e não carros ao meu redor! E sim, fico muito contente por não contribuir para a poluição do ar, para a poluição sonora, para os congestionamentos e por poder tomar meus milk-shakes sabendo que posso queimar as calorias logo ali indo para casa. As caminhadas me fazem muito bem... as toxinas do corpo e da mente vão embora.

Sinceramente, o tempo que eu economizaria indo para um determinado lugar de carro pode ser cobrado no futuro de alguma outra forma e eu hoje aprendi a ir devagar, mas sempre chegar aonde eu quero ir. Por isso, gosto de ir caminhando mesmo... e faço parte da turma que está nesse livro. Ter um carro não faz parte das minhas prioridades agora. Continuo fazendo minhas aulas de auto-escola aqui, mas se eu precisar cortar alguma despesa com o dólar canadense subindo e subindo frente ao real, isso está em primeiro lugar na fila de cortes.

Fato é que até agora venho sendo mais feliz sem carro do que com carro. Aprendi que não dependo dele para viver. Não estou minimamente preocupado com status, padrão de vida ou coisa parecida. Estou preocupado comigo mesmo, com meus objetivos e meus sonhos, e foi o que vim buscar por aqui. Não preciso, agora, de um carro para ir atrás deles.

Um dia, se eu precisar mesmo, posso alugar um carro de vez em quando ou me inscrever nos serviços de compartilhamento que aqui existem: Vrtucar e Zipcar.

É isso. Vida que segue... a pé, de ônibus, de bicicleta... kkkk

"Antes, o cara moderno era o que conquistava o carro. Hoje, é o que se livra dele". (José Police Neto, vereador em São Paulo)

Vida Que Segue - Canada

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